Mercado Novo de BH: os melhores bares e restaurantes desse reduto alternativo

O “Velho Mercado Novo”, como está sendo chamado pelos belo-horizontinos, é uma mistura de mercado público com feirinha hippie com cais de porto com boteco de cidade do interior. A versão antiga desse mercadão é de 1960, mas o segundo andar ficou desativado por décadas até começar a ser redescoberto na segunda metade de 2018. De lá para cá, pipocaram lojas, sacolões de produtos orgânicos, restaurantes e bares que formam, hoje, um dos lugares mais bacanas para comer, beber e passear em BH.

Revitalizado, mas mantendo características arquitetônicas e de decoração originais, o local virou um ponto de nostalgia no Centro de Belo Horizonte, um local alheio às gourmetizações. A comida servida é altamente descomplicada, gostosa e barata, mesmo quando tem chefs conhecidos por trás, e os cardápios são enxutos e mudam o tempo todo, de acordo com os ingredientes do dia. Para saber o que vai estar rolando nas cozinhas, é bom conferir o Instagram e os Stories dos estabelecimentos.

O Mercado não oferece grandes confortos, é verdade – é possível que você acabe comendo em pé ou sentado em bancos de concreto improvisados -, mas a ideia é circular para conferir as modas de viola, a MPB rolando alto nas caixas de som, o cheiro do café vindo de um corredor e o som da moagem do milho vindo de outro.

Qual é o melhor horário para conferir o Mercado Novo de BH?

Depende do tipo de experiência que você quer ter. O local está em pleno processo de descobrimento por parte da população da capital mineira e as filas em alguns dos estabelecimentos são frequentes. Lugares mais conhecidos, que estão no Mercado há mais tempo, tendem a ser mais lotados, enquanto os novos vão angariando público aos poucos.

No fim de semana, quando todas as lojas e restaurantes abrem, o Mercado ferve – especialmente entre sexta e sábado. Se a ideia é passear com o cachorro, bater um papo, ter espaço para caminhar, escolher com calma o que comer e não ficar em fila, o melhor é o horário de almoço e a tarde de sexta-feira e domingo. Se você prefere curtir música, conhecer gente e aproveitar um clima de bar/balada pelos corredores, o fim da tarde e a noite de sexta e a de sábado são as melhores opções.

A maioria dos estabelecimentos na área gastronômica do Mercado Novo funciona de sexta a domingo, da manhã até a noite, mas alguns deles têm horários estendidos. É o caso da Distribuidora Goitacazes e da Cozinha Tupis, que funcionam a partir de terça-feira (almoço) e de quarta a sábado abrem na hora do almoço e fecham à meia-noite. Aos domingos o funcionamento vai até às 18h.

Quanto custa comer e beber no Mercado Novo de BH?

Bebe-se por R$7, belisca-se por R$2, faz-se um lanche por R$8 ou uma refeição por R$20.

Veja abaixo as nossas recomendações de bares e restaurantes do Mercado Novo de Belo Horizonte, com os preços de cada um:

Café, chá e brunch
Cerveja artesanal
Vinho
Drinks e destilados
Lanches rápidos
Frutos do mar
Massa e pratos italianos
Petiscos de boteco e comida mineira
Sobremesa

Todos os restaurantes, bares e lojas do Mercado Novo de BH

Para tomar café, chá e brunch no Mercado Novo de BH

Copa Cozinha (Instagram)
Costuma lotar e ter filas (para evitá-las, chegue antes das 10h ou depois das 12h, quando o movimento acalma)
Preço: combos a partir de R$20
Recomendamos: o pão sovado com queijo meia cura derretido, servido no brunch

O Copa detém o café da manhã e brunch mais disputadinho do mercado (o que pode ocasionar em um atendimento um pouco confuso), servido aos sábados e domingos, das 9h às 13h. São três opções, da mais simples (com uma fatia de pão sovado com queijo, uma fatia de bolo, um ovo e uma bebida, por R$20) à mais farta, com repeteco livre dos quitutes (que incluem também torta salgada e doce, pães de queijo, coalhada e crocante, uma espécie de farofa de cuca recheada, por R$40). As comidas são simples, mas gostosinhas. Para beber, café coado, com leite, chá e suco do dia, além de água filtrada livre.

café e bolo no mercado novo

Bolo no Biboca (esquerda) e pão com queijo no Copa Cozinha (direita)

Café Jetiboca (Instagram)
Preço: cafezinho a partir de R$3
Recomendamos: a broa do Seu Pedro (R$2)

O Jetiboca é encantador: um balcãozinho com cara de fazenda no meio do Mercado. O endereço é privilegiado, em frente ao Copa Cozinha, absorvendo todo mundo que cansa de esperar na fila do vizinho. Eles servem apenas o café nas versões coado, com leite e gelado (R$3 e R$4), pão de queijo (R$2), fatias de queijo (R$2) acompanhadas de uma generosa colherada de doce de leite ou goiabada (R$2) e a broa deliciosa, que sai do forno de tempos em tempos (R$2).

O gostoso sertanejo raiz ouvido ao fundo pode ser ao vivo, com violeiros que costumam tocar por ali.  A experiência se completa se você sair com um saco de café (R$20, 500g) cultivado pela própria família dona do estabelecimento em Orizânia, no interior de Minas.

Mercado Novo de BH

Jetiboca

Biboca Casa de Chá (Instagram)
Preço: chá a partir de R$5 e comidinhas a partir de R$3
Recomendamos: chás frutados com bolo

Apesar do espaço pequenininho, o Biboca é aconchegante e oferece chás e infusões nacionais, com e sem cafeína, a partir de R$5 a xícara, quente ou gelado. A fatia de bolo (R$6) costuma ser bem macia e molhadinha, mas a casa também oferece o pãozinho escocês scone (R$3) e porções de biscoitinhos (R$7).

Para tomar cerveja artesanal no Mercado Novo de BH

Distribuidora Goitacazes e Cervejaria Viela (Instagram)
Costuma lotar e ter filas (se quiser evitar o agito, prefira os horários de almoço e meio da tarde, já que o maior movimento é à noite)
Preço: todos os chopes saem a R$7 (copo pequeno) e R$9 (copo grande)
Recomendamos: o chope APA #11 da casa, que não é filtrado e é mais aromático que o APA #9

A placa imensa de “Distribuidora Goitacazes” pode confundir quem busca por alguma identificação da Cervejaria Viela, uma das mais democráticas de BH e a melhor do Mercado Novo, mas é ali mesmo o cantinho dela. A cervejaria já fazia sucesso no bairro Pompéia, no bar Juramento 202, quando deu o chute inicial nessa revitalização do Mercado Novo, abrindo um novo mundo gastronômico por entre os corredores de tijolo à vista abandonados até o fim de 2018.

Só isso já seria motivo suficiente para conhecer a Viela, mas a casa ainda tem, além de uma das melhores decorações vintage do mercado, outros atributos importantes: sete torneiras de chope e Xeque Mate (drink mineiro feito com mate, xarope de guaraná, limão e rum), ótima cerveja, atendimento ágil e preço justo, sem afetação. O local funciona junto com a sensacional Cozinha Tupis, em frente.

Odeon Bebidas a Granel (Instagram)
Costuma lotar e ter filas (se quiser evitar o agito, prefira os horários de almoço e meio da tarde, já que o maior movimento é à noite)
Preço: chopes a R$7
Recomendamos: a Double IPA da São Sebastião e a APA da Mills

São 14 torneiras nesse que é, talvez, o bar mais charmosinho do Mercado – 12 de cervejas das marcas artesanais Mills, da capital mineira, e São Sebastião, da vizinha Nova Lima, uma de refrigerante natural e uma de água com gás, cortesia da casa. A galera se distribui em pé ou sentada nas mesinhas ao lado do balcão, saboreando as comidinhas mineiras do Rotisseria Central, que fica em frente.

cervejaria em BH

Odeon

Mureta Chopperia (Instagram)
Preço: chopes entre R$7 e R$12

Mais tímido, o Mureta oferece chopes de cervejarias mineiras, como Capa Preta e Sátira, além de produções da própria casa, como a New England IPA Mureta. Porém, diferente dos outros bares cervejeiros, o preço do chope varia de acordo com a cerveja escolhida.

Para tomar vinho no Mercado Novo de BH

Gira (Instagram)
Preço: taças a partir de R$10, garrafas a partir de R$52
Recomendamos: tomar um vinho na caneca sem ser julgado, como se estivesse sozinho em casa

O Gira propõe uma “democratização” do hábito do vinho, com preços mais baixos e menos regras que os enobistrôs. A taça (oooou caneca, já que você pode optar por ela) mais cara é R$22, mas o preço médio é de R$15. Uma das sócias do estabelecimento é a chef e empresária Bruna Martins, que também comanda o Biroska S2.

Para tomar destilados e drinks no Mercado Novo de BH

Lamparina Cachaçaria (Instagram)
Costuma lotar e ter filas (prefira os horários de almoço e meio da tarde, já que o maior movimento é à noite)
Preço: doses a partir de R$8, drinks a partir de R$10

O mais raiz dos botecos mineiros do Mercado Novo deve ser este, especializado em um patrimônio estadual: a cachaça. O local funciona como um empório antigo e traz uma grande variedade de cachaça de pequenos produtores de Minas. Por lá, a marvada é trabalhada pura, em doses (acompanhadas de uma pequena “tapa” de queijo ou torresminho), ou em drinks, como a tradicional caipirinha (R$15), o Macunaíma, com limão e Fernet (R$13), e o Rabo de Galo, com cynar e vermute (R$11). Modas de viola sertaneja também não são raras por ali.

Carimbó
Preço: drinks a partir de R$10

O Carimbó vai bem além do açaí ao apostar nos sabores do Norte do país. Para quem gosta de combinações menos convencionais, vale provar drinks da casa como o Onda Trópica, com taperebá (nome amazônico do cajá), cachaça de jambu, laranja e limão, e o Feitiço do Norte, com cacau, água de coco, vodka e pimenta (R$15 cada).

onde beber em belo horizonte

Drinks do YVY (esquerda) e decoração do Carimbó (direita)

Herbário YVY 
Costuma lotar e ter filas (para escapar delas, prefira os horários de almoço e meio da tarde, já que o maior movimento é à noite)
Preço: R$8 no shot de Dry Martini e drinks de gin entre R$16 e R$24
Recomendamos: os drinks sazonais, com inspirações temáticas. No cardápio de verão, o tema é o livro O Alquimista

O YVY abre e, em poucos minutos, o balcão já está lotado. A casa da marca mineira de Gin, sediada em Nova Lima, serve drinks on tap, ou seja, nas torneiras, como se fossem chope. O cardápio vai de clássicos como o Gin Tônica tradicional (R$16) a invenções que mudam a cada temporada, como o Rei Velho, feito com acerola, vinho tinto, hibisco e shrub de jabuticaba (R$20), e o Gitana, com chá azul, abacaxi, água de coco e limão siciliano (R$24). Atendimento simpático, drinks refrescantes e preço justo fazem do YVY uma das paradas obrigatórias do mercado.

Para lanches rápidos no Mercado Novo de BH

Tapera Charcutaria (Instagram)
Preço: porções a partir de R$8 (100g) e sanduíches entre R$16 e R$20
Recomendamos: pastrami, porchetta e queijo

No Tapera, bem localizado entre os bares vizinhos de vinho, cerveja e gin, é só escolher o queijo ou carne (bacon, copa, salame, bresaola, linguiça, lombo, pastrami, picanha, curados ou defumados) que vai acompanhar a bebida. Dá para comprar por peso, por tábua (de R$38 a R$80) ou em sanduíches montados.

Moscata Empada
Preço: empadas a R$7, empadas veganas a R$9 e empadões a R$15

Ideal para um lanchinho despretensioso de passada pelo corredor, acompanhado de um café coado (R$3). As empadas do Moscata saem do forno de tempos em tempos em opções convencionais, como frango; mineiríssimas, como jiló com requeijão; veganas, como berinjela e alho poró; e doces, como churros.

Borandá pastéis
Preço: pastéis a R$9

Quem passa pelo Borandá sai com um pastel frito sequinho na mão. Eles costumam ter sabores diferentões e rotativos, na massa normal ou de alecrim – já figuraram no cardápio vaca atolada, fricassê de frango (com batata palha na massa), queijo do serro, carne ao vinho, tomate confitado, rabada com maionese de agrião, palha italiana… A porção de pasteizinhos para compartilhar sai por R$ 18.

Suco Os Ti
Preço: sucos a R$10 (500ml), pão de queijo a R$6

Casa de sucos naturais, feitos na hora, com combinações frescas do dia, como morango e manjericão ou laranja cremosa, batida com sorvete de creme. Para comer, pães de queijo simples ou recheados com pernil (R$12).

Para comer frutos do mar

Guarapari
Preço: a partir de R$20
Recomendamos: o peroá capixaba (R$25), as moquequinhas (R$25) e a sardinha empanada (R$20, duas unidades)

restaurantes do mercado novo de bhBoranda e sardinha do restaurante Guarapari

Por enquanto, o único representante de frutos do mar do Mercado Novo de BH. O restaurante faz homenagem à praia capixaba mais mineira que existe, Guarapari, vizinha de Vitória, e costuma servir até o peixe típico de lá, o Peroá. Também são servidos espetos de camarão (R$25), com camarões graúdos, e iscas de peixe que parecem saídas de um quiosque à beira-mar. As moquecas são servidas na cumbuca, com arroz ou pão, e o coentro vem à parte, bem democrático.

Para massas e pratos italianos

Cozinha da Vó Anna (Instagram)
Preço: massas a partir de R$30

As massas artesanais das netas da Vó Anna são um pouco mais caras que os outros pratos do Mercado, mas a escolha de ingredientes, o preparo e a apresentação enchem os olhos. O Fettuccine é a pedida tradicional, podendo ser à bolonhesa (R$30) ou em outras variações, como com gorgonzola (R$38), mas uma das estrelas é o polpetone enrolado no bacon e recheado de queijo Canastra, servido com pãozinho (R$45).

Massa Mercado

Massa Mercado

Massa mercado (Instagram)
Preço: massas a partir de R$20

A sequência de espaguetis pendurados chama a atenção na esquininha do Massa Mercado, que absorve um pouco da lotação que fica entre Odeon Bebidas a Granel e Rotisseria Central. Pratos bem servidos de massas simples, como ao sugo, bolonhesa e quatro queijos, saem a partir de R$20, e as recheadas, como ravióli e o rondeli, R$25. No menu do dia também costumam figurar um prato de massa mais elaborado, como ossobuco com polenta mole ou lasanha de costela aos quatro queijos (R$30), e uma porção.

Petiscos de boteco e comida mineira no Mercado Novo de BH

Cozinha Tupis
Costuma lotar e ter filas (para evitá-las, prefira os horários de almoço e meio da tarde, já que o maior movimento é à noite)
Preço: a partir de R$9
Recomendamos: o que tiver no dia

A Cozinha Tupis funciona em conjunto com a Cervejaria Viela e são fortes concorrentes ao corredor mais disputado do Mercado Novo. É justo, já que foi a primeira e segue sendo uma das melhores comidas do local. Eles fazem invencionices deliciosas e não dão muitas explicações – boa parte da fila que se acotovela é gente perguntando o que diabos é uma “canela de francês” ou uma “sopa de pão”. Na dúvida, pode pedir, porque costuma ser muito gostoso. As porções mais simples, tipo pão artesanal + manteiga caseira, custam R$9; os lanches para beliscar ficam entre R$18 e R$27; cumbucas individuais saem por R$36; e as opções principais, com uma proteína e guarnições, custam R$45 e servem duas pessoas.

Cozinha Tupis, no Mercado Novo de BH

Cozinha Tupis, no Mercado Novo de BH

Ortiz Pão Molhado
Preço: sanduíches a R$10, pratos a R$20

O nome avisa: os pratos do Ortiz vem com aquele caldinho para “xuxar” o pão com brilho nos olhos. O forte da casa são as carnes ao molho, como carne de panela, almôndegas e ragu, mas sempre tem uma opção vegetariana, que pode ser uma porção ou rechear um sanduíche.

Rei da estufa (Instagram)
Preço: a meia porção da maior parte das comidinhas sai entre R$10 e R$14

Para os amantes da botecagem, o Rei da Estufa tem uma experiência bem autêntica: comidinhas simplonas de estufa dispostas na vitrine, decoração antiga e atendimento no balcão. O visitante pode escolher uma porção (meia ou inteira) de batatas bravas, frango temperado, jiló, chouriço, linguiça, torresmo de barriga… um pratinho caprichado de tudo-um-pouco sai por R$35.

Cozinha Cipó
Preço: porção vegana do dia a R$10, prato vegano do dia a R$25

Recém aberta no Mercado, a Cozinha Cipó é o primeiro restaurante vegano do local. São receitas criativas feitas 100% à base de plantas, com produtos sazonais e frescos em um cardápio que muda o tempo todo. Você pode encontrar pratos como o estrogonofe de cogumelos e pupunha, feijoada e o famoso mexidão mineiro, feito aqui com shimeji e linguiça de feijão preto. Outra coisa legal: vá com sua marmita que a cozinha prepara uma porção para você levar pra casa, sem gerar lixo com plástico ou isopor.

Fubá e a Cultura do Milho
Preço: a partir de R$8 nas porções simples e R$ 20 nas maiores 
Recomendamos: A pamonha recheada com queijo (R$ 12)

Quem escutar um ruído de moeção vindo desse corredor pode saber: vem do moinho de pedra do Fubá, que às vezes tritura o milho, orgânico, ali mesmo para fazer seu ingrediente principal. São bonitas as porções, como o criativo “fundido mineiro”, um fondue de requeijão e milho (bem suave, até demais) acompanhado de mineirices para mergulhar, como quiabo frito e linguiça. Vale mais provar as pamonhas, doces ou salgadas, ou a porção de polentinha frita (R$20).

Rotisseria Central (Instagram)
Costuma lotar e ter filas (prefira os horários de almoço e meio da tarde, já que o maior movimento é à noite)
Preço: porções entre R$10 e R$25, pratos a R$35
Recomendamos: pegar sua piporca, uma pipoca de torresmo, direto do carrinho do piporqueiro (R$5)

Estabelecimento do chef Djalma Victor, da parrilla do OssO – Mind the Bones, a Rotisseria tem uma pegada bem mais simples, com sabores mineiros de raiz, com foco em diferentes tipos de carne. A começar pelo carrinho de pipoca da entrada que, no lugar de pipoca, tem torresmo. Com queijo. Também servem linguiça com pão de alho (R$25), tortilla de carne (R$25), baião de dois (R$35), cassoulet de porco (R$35), kaol com arroz, feijão e ovo (R$35), entre outras receitas que rodam por ali.

Vermelhão Fogão a Lenha
Preço: almoço por R$18 (inclui suco e café), petisco à noite por R$10

Um dos mais novos empreendimentos do Mercado, o Vermelhão atrai pelo gostoso estalar do fogão a lenha e pelo calorzinho do fogo que sai de dentro do balcão. A comida é feita na hora e à moda antiga, com porções baratinhas à noite e PF caseiro (arroz, feijão, frango, carne, maionese, batata…) das 11h30 às 15h, ambos com preços fixos.

Para a sobremesa

Alento Sorvetes Artesanais (Instagram)
Preço: 1 sabor, R$10; 2 sabores, R$16; e picolé, R$8
Recomendamos: sorvete de queijo com goiabada, lógico. Uma bola dessa mescla sai por R$ 10, preço se um sabor só

A Alento é, por enquanto, a única sorveteria do Mercado. Tem atendimento atencioso e sorvetes gostosos, especialmente de sabores mineiros, como queijo, goiabada, fubá e doce de leite.

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