13 restaurantes e bares diferentes em São Paulo

Alta gastronomia nórdica, balada árabe, bar subterrâneo, bar giratório, beco do Harry Potter, fliperama e Jurassic Park são algumas das sugestões de lugares diferentes para conhecer em São Paulo. Durante a pandemia, alguns dos bares e restaurantes indicados estão atendendo com delivery, o que pode ser uma boa ideia para um jantar especial em casa.

Aqui, um resumão dos restaurantes diferentes de São Paulo que mais gostamos. Os detalhes, preços e cardápios de cada um você confere logo abaixo.

  • Escandinavo, em Pinheiros, pela comida nórdica surreal e a temática da fria Escandinávia
  • Al Jeniah, no Bixiga, por ser um bar de refugiados em que até a comanda é em árabe
  • Borgo Mooca, na Mooca, pela comida italiana perfeita e a disposição curiosa da casa: tem sala, tem cozinha…
  • Câmara Fria, em Moema, pelas boas cervejas escondidas na banheira de gelo(!)
  • Cervejaria Tarantino, no Limão, pelo espaço aberto e despretensioso fora do eixo cervejeiro
  • Jurassic Park Burger, no Itaim Bibi, pelo tiranossauro de quase 7 metros (precisa mais?)
  • Bario Bar, em Pinheiros, pelo clima dos anos 90 e as infinitas máquinas de fliperama
  • Bar dos Arcos, no Centro, pelos mistérios do porão de pedra sob o majestoso Theatro Municipal
  • Lassú, no Santana, pelo bar giratório que mostra a cidade girando lentamente em 360º
  • Vassoura Quebrada, em Perdizes, pelo ambiente de bruxaria
  • Beco Hexagonal, em Moema, pela temática de Harry Potter
  • Bia Hoi, na Vila Buarque, por ser um boteco vietnamita
  • Centro de Tradições Nordestinas, no Limão, por transportar o clima, a música, a comida e as casinhas coloniais do Nordeste pra São Paulo.

Escandinavo, em Pinheiros

Comida nórdica autêntica, bem temperada, com sabores marcantes, porém, suaves. O Escandinavo se atenta aos pequenos detalhes (tudo tem estampa de alce!) para transportar o visitante para as frias terras de Noruega, Finlândia ou Dinamarca. O restaurante funciona em um casarão de Pinheiros em horários restritos e o cardápio, bem enxuto, muda a cada duas semanas.

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Tudo é delicioso, mas alguns pratos são imperdíveis: os que levam salmão curado e defumado, as receitas com pato, as danish pastries (massinhas folhadas e recheadas no estilo dinamarquês), o queijo marrom e a mostarda da casa são bons exemplos. Mas sempre surgem umas combinações muito criativas para provar, como sopa de cerveja com mignon suíno curado, cookie de queijo, pudim de cerveja e mel…

Pratos principais individuais custam a partir de R$50 (sempre há uma opção vegetariana), entradas e sobremesas a partir de R$20. Cafés diferentões ficam na faixa de R$10 e os drinks partem de R$25. As cidras vindas da Escandinávia custam R$18 (330ml) e a lata (500ml) da cerveja de trigo dinamarquesa Bear Beer sai por R$22.

Durante a quarentena, a casa está trabalhando com delivery das suas delícias (todas muito bem preparadinhas e embaladas) e jantares harmonizados especiais com menus fechados, com reserva antecipada via pelo whatsapp (11) 95144-4486. Nos menus, os pratos são sensacionais de gostosos e lindos, sempre temáticos e com muita criatividade. Vale cada centavo.

Escandinavo
Rua Deputado Lacerda Franco, 141 – Pinheiros
Aberto às quintas-feiras, de 19h às 23h; sextas, de 12h às 15h e de 19h às 23h; sábados, de 12h às 16h e de 20h às 23h; e domingos, de 12h às 16h.

restaurantes diferentes em são paulo

No Escandinavo, além dos sabores nórdicos, a apresentação dos pratos também é temática (1)

Al Jeniah, no Bixiga

Uma espécie de balada escurinha onde você é recebido por atendentes sírios que preenchem a sua comanda em árabe enquanto, lá no fundo, ressoa uma voz forte cantando um animado samba de raiz. O Al Janiah vai bem além de ser um restaurante de culinária árabe. É casa de shows, centro multicultural, fórum de discussão política, ponto de encontro de refugiados, bar de drinks e cerveja artesanal – e por aí vai.

Comandado por um brasileiro filho de refugiados palestinos, virou um lugar para qualquer um (que tem respeito e apreço pela diversidade, obviamente) entrar e se sentir em casa. Boa parte dos funcionários vem de acampamentos de refugiados e a cozinha, segundo o proprietário, é muçulmana conservadora, elaborando os pratos com receitas tradicionais palestinas, libanesas e sírias.

A comida é muito gostosa, bem servida e a preços justos, como o kibe cru (R$22) e o falafel (R$16 na porção com oito bolinhos de grão de bico de tamanho generoso). Nosso favorito é o sanduíche de kafta no pão sírio (R$20), bem recheado e temperado. Para beber, além das cervejas tradicionais, tem a artesanal da casa (R$25) e drinks autorais (a partir de R$20) como o Palestina Libre (R$25), à base de arak, tradicional bebida árabe-palestina com cachaça, limão, pimenta biquinho e zaatar verde, tempero característico da culinária palestina.

Durante a quarentena, o Al Janiah está entregando via Uber Eats e iFood – neste último, aceita vale-refeição. Os preços podem variar, devido às taxas cobradas pelos aplicativos.

Al Janiah
Rua Rui Barbosa, 269 – Bela Vista
Aberto de terça a quinta, das 18h às 00h30; e sextas e sábados, das 18h30 às 2h.

Borgo Mooca, na Mooca

Quando almoçamos em casa, podemos passear pelos cômodos e escolher se vamos fazer a refeição na sala, na cozinha ou no escritório. No Borgo Mooca é mais ou menos assim: o restaurante é uma casa dos anos 1950 e as mesas estão graciosamente espalhadas pelos cômodos – caminhe um pouco para conhecer o lar antes de sentar-se.

Além da sensação de acolhimento, de estar indo comer na casa da nonna (que inclusive aparece em fotos de família expostas pela parede ou entre os livros das estantes), a comida chama a atenção: o menu é bem experimental, com combinações curiosas, e muda toda semana. Nas entradas, podem surgir a coxa creme de frango confit e catupiry ou o bolovo de bochecha de porco (entre R$20 e R$30) ou a burrata com acompanhamentos (em torno de R$50). Os pratos principais individuais, de inspiração italiana, giram entre R$60 e R$80 e as sobremesas saem por cerca de R$25. No almoço de sexta-feira, a casa oferece um menu com entrada, prato principal e sobremesa por R$45.

Durante a quarentena, o Borgo Mooca está trabalhando com delivery via app Goomer Go. O link está no instagram do restaurante.

Borgo Mooca
Rua Comendador Roberto Ugolini, 129 – Parque da Mooca
Para jantar, abre nas quintas, sextas e sábados, das 18h30 às 22h30; para almoço, abre nas sextas, das 12h às 15h, e nos sábados e domingos das 12h às 16h.

bolovo, comida típica de são paulo

Foto: Divulgação

Câmara Fria, em Moema

Nem todo mundo sabe, mas na sobreloja do tradicional bar Original, em Moema, tem um reduto de cervejeiros que fica meio escondido atrás de uma porta de câmara fria. Diferente do andar de baixo, onde os garçons servem chope lager com colarinho alto em ritmo frenético, o Câmara Fria é escurinho, tranquilão e um dos melhores lugares para tomar a cerveja mineira Wäls, cujo chope não se encontra em qualquer esquina em São Paulo.

O local também tem torneiras ocupadas por cervejarias convidadas, como Blondine, Jupiter, Goose Island… O copo de 250ml parte de R$ 12 (250ml) e o cardápio conta com pizzas individuais da Bráz (R$28, quatro sabores disponíveis), coxinhas e empadas que saem da cozinha de tempos em tempos (os garçons avisam a cada fornada) e porções de queijos e embutidos com pãezinhos assados na hora (cerca de R$40, para duas pessoas). Quem prefere tomar cervejas de garrafa pode se dirigir até o banheiro(!), pescar a sua favorita na banheira cheia de gelo(!) e avisar o garçom sobre a aquisição. Parece creepy, mas é divertido.

Câmara Fria
Graúna, 137 – Moema (sobreloja do bar Original)
Aberto terças e quartas, das 19h às 01h; e de quinta a sábado, das 19h às 02h.

bar em são paulo, bebidas na banheira

Cervejaria Tarantino, no Limão

Tudo bem, pode até não ter nada de muito diferente em uma cervejaria artesanal – afinal, elas estão tomando conta das zonas Oeste, Centro e Sul de São Paulo, com fábricas, bares e gastropubs. Mas isso é justo o mais legal da Tarantino: ela fica na Zona Norte, no Bairro do Limão, completamente fora do eixo cervejeiro da cidade, atraindo outros públicos. A fábrica também funciona lá, mas o bar só abre de sexta a domingo, com mesões compartilhados em áreas interna e externa.

O clima é bem relax, com cadeiras de praia, cesta de basquete, pebolim… Para beber, o pint da Miracle IPA, nossa preferida, sai em torno de R$20 e o pint da Fruit IPA, com Umbu e Cambuci, sai por cerca de R$24, mas há opções a partir de R$10. Além das cervejas do cardápio fixo, eles vivem inventando sabores criativos, que podem pintar nas torneiras de chope da fábrica. O último exemplo dessas deliciosas invencionices foram as cervejas sazonais de “festa junina” lançadas em junho de 2020, como a Saison Cocadinha e a Porter Pé de Moça. Se você for para comer, consulte qual será o food truck do dia, já que a Tarantino ainda não tem cozinha própria.

Durante a quarentena, a cervejaria está entregando via app Delivery Direto. O link está no instagram deles.

Cervejaria Tarantino
Rua Miguel Nelson Bechara, 316 – Limão
Abre sextas, das 17h às 22h; sábados, das 14h às 22h; e domingos, das 14h às 20h.

Jurassic Park Burger, no Itaim Bibi

Era mais fácil sobreviver no Jurassic Park original do que conseguir uma mesa neste. Mas a vontade de tentar é tão grande que ele merece um lugar na lista de restaurantes diferentes de São Paulo. O Jurassic Park Burger tem licenciamento da Universal Studios, que detém os direitos da franquia, e, por isso, reproduz com total fidelidade as cenas do filme original. É como passear nos parques do Estúdio (tem até gift shop para levar uma lembrancinha pra casa no final!).

No centro da hamburgueria, um tiranossauro de quase 7 metros desponta do meio da floresta esmagando o Ford Explorer capotado. Um Velociraptor assiste à cena do mezanino. Nos alto-falantes, a trilha clássica do filme toca sem parar. Para quem viveu o furor do filme nos anos 90, frequentar o local é quase um sonho.

Para comer, burgers bem fast food gostosos, na faixa de R$30, que vão do smash cheeseburger da casa (pequeno, porém delícia!) ao maiorzinho, com dois discos de carne. Tem opção vegana. De sobremesa, não perca a bomba de baunilha “jurassic egg” (R$17), que vem em cima de um ninho de palha, como se fosse um ovo.

Como todo sonho é concorrido, o Jurassic Park Burger atende com reservas e já não tem nenhum dia disponível até o fim de 2021. As vagas para 2022 ainda não abriram. Quem quiser tentar a sorte sem reserva, dá para encarar a fila de cerca de 3 horas que se forma lá na frente, todos os dias.

Jurassic Park Burger
R. Professor Atílio Innocenti, 53 – Itaim Bibi

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O assustador T-Rex do Jurassic Park Burger e as máquinas de Pinball do Bario Bar

Bario Bar, em Pinheiros

Depois de choramingar a mudança da cervejaria Var Der Ale, que levou suas belas cervejas e suas máquinas de fliperama da Zona Oeste pra Mooca, na Zona Leste, e de também choramingar o fechamento da filial da cervejaria escocesa BrewDog, que funcionava em Pinheiros, durante a pandemia, acabou chorare: o novo bar Bario, aberto em outubro de 2021, ocupa o antigo imóvel da BrewDog e recria a nostalgia do Van Der Ale em maior escala.

No novo bar, são dezenas de máquinas de pinball e jogos clássicos, como Street Fighter e Pac-Man, em ambiente cheio de luz neon, para você se sentir nas décadas de 80 e 90. Cada fichinha custa R$5, mas dá pra comprar 3 por R$10.

No cardápio, tudo lembra a cultura americana: vá no carro chefe mac’n cheese (R$58), macarrão com queijo cremoso e bacon, e finalize com os cookies de duplo chocolate com sorvete – bem docinhos, mas de preço salgadinho: R$40. Para beber, tem os gostosos chopes da Tarantino, sobre a qual já falamos aqui no post.

Bario Bar
Rua Coropé, 41 – Pinheiros

Bar dos Arcos, no Centro

Nos porões do majestoso Theatro Municipal de São Paulo fica um labirinto de pedra que antes era duto de ventilação, mas hoje é Bar dos Arcos. Depois de muito burburinho sobre o que aconteceria lá embaixo, na fundação do edifício de 1911, o bar finalmente abriu as portas em 2018. E é difícil não se encantar pelo mistério que é atravessar a iluminação escassa do subterrâneo de São Paulo, uma espécie de upside down de um dos mais importantes teatros do Brasil.

A luz fica mais forte nos mesões que cruzam os corredores, cuja inspiração veio do bar do hotel Overlook, do filme O Iluminado, de Stanley Kubrick. Pelos cantos do labirinto sustentado por imponentes arcos romanos, há salinhas escondidas e até uma piscina de bolinhas (que foi obviamente desativada durante a pandemia). O preço dos drinks autorais (um deleite para os olhos e para o Instagram) no Bar dos Arcos é a partir de R$30, como o Tosca (R$ 35), que leva tequila, licor de laranja, limão, gengibre e soda de hibisco, e o Amadeus (R$ 41), com bourbon e vermute.

O lugar ainda é novidade, portanto, concorridíssimo: lota até durante a semana e as reservas são feitas somente para grupos de 5 pessoas ou mais. No instagram deles, eles indicam um app de fila virtual, em que o cliente pode colocar seu nome na lista antes de sair de casa.

Bar dos Arcos
Praça Ramos de Azevedo, s/n (subsolo do Theatro Municipal)
Aberto terças e quartas, das 18h à 1h; quintas e sextas, das 18h às 2h; e sábados, das 18h às 3h.

bar no Teatro de São Paulo

Lassú, no Santana

Esse restaurante fica “lá no alto”, como já diz seu nome em bom italiano. Inaugurado no último trimestre de 2019 e com investimento de quatro milhões, o Lassú ocupa o 32º andar de um edifício em uma colina no Santana. Todo envidraçado, o local oferece uma vista de 270º de São Paulo, e ainda GIRA: em cerca de 1h30min, a plataforma onde fica o salão faz uma rotação completa, revelando lentamente o panorama da capital paulista.

O preço é salgado, especialmente se considerarmos a região do restaurante, onde costuma-se comer muito bem por muito pouco. Mas, é claro, além da gastronomia renomada, paga-se mais pela vista peculiar.

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Restaurante giratório na Zona Norte dá outra perspectiva do centro de São Paulo

No menu de inspiração italiana, diversas opções vegetarianas e sem glúten em todas as etapas, das entradas às sobremesas. Para começar, escolha entre bolinhos de tapioca com espinafre e queijo (R$36), o carpaccio de filé com rúcula e parmesão (R$63) ou o simples couvert, com pães feitos na casa, sardela e manteiga temperada (R$23).

A carta de pratos principais é bem recheada. As opções individuais partem de R$60, caso do cuscuz marroquinho com legumes, mas ficam, na maior parte, entre R$70 e R$90. Escolha o tagliatelle com ragu de rabada, pesto de agrião e castanha de caju (R$74) ou o risoto de carangueijo aratu-vermelho e limão siciliano (R$79). As sobremesas custam a partir de R$30.

Para beber, água e refrigerantes a R$10, sucos a R$15, cervejas a R$16 (long neck) e drinks a partir de R$40.

Lassú
Rua Conselheiro Saraiva, 207, Santana
Segunda a sábado, das 12h às 15h e das 19h às 22h. Domingo, das 11h30 às 17h

Vassoura Quebrada, em Perdizes

Tem fãs do Harry Potter aí? Pois saibam que o bruxinho também tem não um, mas dois bares para chamar de seus em São Paulo. Porém, como as casas não têm licenciamento oficial, não podem usar o nome da franquia nem suas imagens.

O primeiro bar bruxo é a hamburgueria Vassoura Quebrada, aberto em 2018. A casa é um sobradinho de temática de bruxaria e atmosfera mística, com luz baixa, chapéus de bruxa e vassouras por todo lado. Cada cliente recebe uma varinha na entrada. Basta rodopiá-la no ar para chamar um garçom.

Tem bom cardápio de hambúrgueres, que custam e R$25 (caso do Caramel, com hambúrguer de 100 gramas, cebola caramelizada, cheddar, bacon e maionese verde) a R$40 (caso do Kiratsu, de 180 gramas, com queijo prato, bacon, repolho, molho tonkatsu e maionese de wasabi). Também vale destacar o Hogyork (R$27), com burger de 100 gramas, queijo prato, costela suína desfiada e barbacue de abacaxi. Todos são feitos no pão de abóbora.

Para beber, alguns drinks simulam poções, como o Metamorfo (R$30), de rum, xarope de limão cravo e água com gás. Já a “cerveja espumosa” (uma espécie de substituto pra “cerveja amanteigada” da série) é, na verdade, um milkshake de sorvete de creme, noz moscada, canela e, se for alcoólico, conhaque (na faixa de R$30).

Vassoura Quebrada
Rua Desembargador do Vale, 836 – Perdizes

Beco Hexagonal, em Moema

O mais novo empreendimento inspirado no universo de Harry Potter (de novo, sem licenciamento, ou seja, sem poder usar o nome e as fotos da franquia), inaugurou em julho de 2021. O local tem menos clima de bruxaria e mais uma pegada que remete aos cenários dos filmes. A começar pelo nome e pela estética, que se referem ao Beco Diagonal, onde Harry Potter e seus colegas compravam o material escolar de magia.

A comanda é uma varinha, que até performa alguns feitiços espalhados pela casa, como mover pequenos objetos. Os ambientes tem nomes em latim, a escolha de cores remete às salas de Grifinória e Sensorina e alguns itens da decoração sao bem similares aos dos filmes.

No cardápio, o foco também são os burgers a partir de R$30, como o Garold, com gorgonzola, relish de pepino e rúcula no pão brioche, R$32. Nas sobremesas, faz sucesso o Pomo Dourado (cookie com calda de chocolate, R$26) e a Taça Albus, com sorvete de limão, frutas vermelhas e um sapinho de chocolate, R$24.

Beco Hexagonal
R. Gaivota, 1112 – Moema

Bia Hoi, na Vila Buarque

Ainda que São Paulo seja versada em culinária asiática, pululam os restaurantes vindos da Ásia Oriental, como japoneses e chineses, na mesma proporção em que faltam os do Sudeste Asiático, especialmente tailandeses e vietnamitas. Quem prefere receitas mais temperadas e aromáticas pode rumar para este pequeno barzinho do centro, que serve porções e pratos de inspiração vietnamita com aquela mescla linda de adocicado e picante.

As porções vão de R$18 (caso dos pés de frango empanados com molho de tamarindo, populares no Vietnã) a R$27 (nos bolinhos de peixe empanados com panko e servidos com geleia picante de jaca). Os sanduíches bem tradicionais (de R$21 a R$24) levam conserva de cenoura e nabo, pepino, coentro, hortelã, manjericão, maionese e uma carne. Dos pratos principais, que custam de R$29 a R$60, não perca o Thit Kho To (R$39), com lombo de porco caramelizado no molho de leite de coco queimado que, apesar de um pouco pesado, é de lamber os beiços; ou prove uma das opções sem carne, como o Cha Ca Chay (R$37), de tofu temperado com cúrcuma, gengibre e tamarindo com macarrão de arroz.

De terça a sexta, no almoço, um menu com entrada, prato principal e sobremesa custa cerca de R$35. A casa sempre oferece um chope artesanal com preço em conta e boas opções de cerveja de garrafa de artesanais como Jupiter e Blondine. Nos drinks (a partir de R$20), tem diferentes versões de kombucha e a variante vietnamita da Bloody Mary, a Bloody Mekong (R$26), que troca o molho inglês por Nuoc Mam.

Durante a quarentena, eles entregam alguns pratos, entradinhas e bebidas via Loja Virtual Nuvem – o link está disponível no instagram deles.

Bia Hoi
Rua Rego Freitas, 516 – Vila Buarque
Aberto de terça a sexta, das 12h às 14h30 e das 19h às 23h; sábados, das 12h às 17h e das 19h às 23h; e domingos, das 12h30 às 17h.

Centro de Tradições Nordestinas, no Bairro do Limão

Tem muito restaurante de comida nordestina deliciosa em São Paulo, mas poucos lugares com o clima zero gourmetizado do Centro de Tradições Nordestinas, no bairro do Limão. Além da decoração simpática, que leva o visitante às ladeiras rodeadas de casas coloniais de Olinda, Salvador e outros cantinhos da região, a comida é gostosa, as porções são gigantes e, nos fins de semana, a casa ferve com shows bem roots de forró para dançar madrugada adentro.

No corredor, barraquinhas servem porções meio padronizadas de acarajé, pastéis, cocadas e bolos, mas no salão principal a comida é mais raiz. O restaurante mais tradicional é o Cariri (box 5), que serve pratos a partir de R$25 (porções individuais extremamente bem servidas). O baião de dois “pequeno” (R$65) serve de duas a três pessoas e vem com bifes de carne de sol e mandioca frita. Também há outras opções tradicionais, como escondidinho, moqueca, bobó de camarão, galinha caipira… As porções para compartilhar partem de R$25, as cervejas tradicionais, de R$5 e as caipirinhas, de R$20.

CTN – Centro de Tradições Nordestinas
Rua Jacofer, 615 – Limão
De segunda a quinta, das 12h às 16h, abrem somente alguns restaurantes; o complexo todo, com as barraquinhas, abrem às sextas e sábados, das 12h às 5h, e domingos das 12h às 22h30.

Comida nordestina em São Paulo

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Preços, cardápios e horários de funcionamento atualizados em 2020 e podem mudar sem aviso prédio. A pandemia do coronavírus pode ter afetado a operação de algum dos restaurantes citados. Confira antes de ir.

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